Blog

Newsletter

Receba informações no seu e-mail.

Redes Sociais

Inovação em saúde: as seis maiores tendências do setor

Inovação em saúde: as seis maiores tendências do setor

Vivemos um ritmo acelerado de mudanças, uma realidade de intensas transformações que exige velocidade na adaptação. Rupturas seguidas de inovações capitaneadas pela tecnologia nos colocam na vanguarda da quarta revolução industrial. Big data, internet das coisas, inteligência artificial, computação cognitiva, entre outras tecnologias são os grandes percussores da transformação digital nos negócios e na economia global.

O mercado da saúde está sendo desafiado pela tecnologia e vai passar por transformações importantes em todo mundo até 2020. O aumento dos gastos impulsiona o setor na busca por soluções competitivas e de menor custo. No Brasil, já representam 10% do PIB, em grande parte devido à evolução do custo médico que, é causado principalmente por um modelo focado na hospitalização e não na atenção primária, e por fraudes e ineficiências do sistema.

Confira as principais tendências:

1) Big data – Refere-se à geração diária de uma quantidade enorme e bastante diversificada de dados que podem gerar informações preciosas. As fontes são diversas, sistemas de prontuário eletrônico, aplicativos e dispositivos de monitoramento de atividades pessoais, planos de saúde.  O diferencial do Big Data está justamente atrelado à possibilidade e à oportunidade de cruzar informações para obter insights importantes para as organizações.

2) Data analytics As capacidades de análise de dados tornaram-se uma grande vantagem competitiva. A Saúde tem muito a se beneficiar no uso de dados principalmente na análise preditiva, que tem diversas aplicações muito relevantes para a redução de custo, análise de fraude e risco e melhorias nos processos.

3) Plataformas cognitivas – Se diferenciam pela capacidade de aprendizado. Fazem uso de algoritmos avançados de machine learning que permitem o entendimento de uma enorme variedade de dados, sejam eles estruturados ou não (linguagem natural humana, textos e imagens). Cerca de 80% dos dados médicos existentes no mundo não podem ser lidos por programas tradicionais de computador, por serem dados não estruturados. Isso torna a computação cognitiva uma candidata ideal para ajudar os médicos a solucionar uma série de problemas no campo da medicina, como o combate ao câncer, por meio da análise de casos já resolvidos e sugestão de melhores tipos de tratamento.

4) Telemedicina – Processo avançado de monitoramento de pacientes, troca de informações médicas e análise de resultados de exames. Com o apoio da inteligência artificial, avançou bastante nos últimos anos, principalmente na automatização, diagnósticos cada vez mais precisos e definição de prioridades médicas, ou casos de urgências. Pode levar o atendimento médico para lugares remotos, no entanto ainda sofre muitas restrições no Brasil.

5) Wearables – Com a expectativa de vida crescendo em todo o mundo, é na Saúde que reside a maior oportunidade. Os wearables têm potencial para revolucionar os custos da área, permitindo que o monitoramento e os cuidados com o organismo avancem em direção a formas potentes e precisas de realizar diagnósticos e tratamentos complexos. Futuramente, os wearables prometem identificar doenças graves sem a necessidade de exames médicos.

6) Blockchain Vai além de assegurar a confiabilidade de operações realizadas por meio das criptomoedas, sua estrutura tecnológica e modelo de gestão facilitará a interoperabilidade de dados na Saúde. Históricos familiares, exames e prontuários ficarão à disposição para compartilhamento, o que levará o paciente para o centro do processo, ele deverá autorizar a utilização desses dados. Tudo isso implicará na otimização do trabalho, interação em rede entre os players e mais segurança, além de permitir o surgimento de novos modelos de negócios.

Nos últimos quatro anos, o Grupo Case passa por um projeto ousado de expansão baseado na incorporação de inteligência artificial, machine learnig e análise preditiva de dados em seu negócio. Ao longo desse período o Grupo passou por um crescimento exponencial de 52,5% e hoje administra mais de 850 mil vidas. Em 2018, projetos ligados à inovação vão ganhar um novo impulso com a chegada de Pedro Almeida, novo sócio-diretor.

Fontes:

Saúde Business – https://saudebusiness.com/nova-economia-de-dados-e-saude/
Exame – https://exame.abril.com.br/negocios/6-negocios-que-a-computacao-cognitiva-pode-transformar/
Canaltech – https://canaltech.com.br/produtos/os-wearables-sao-a-evolucao-da-tecnologia-movel/
Use Mobile – https://usemobile.com.br/wearables-setor-da-saude/
Portal Telemedicina – http://portaltelemedicina.com.br/realidade-do-big-data-na-saude/; http://portaltelemedicina.com.br/telemedicina-o-que-e-e-como-funciona/