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Radar da Saúde Suplementar #2

Radar da Saúde Suplementar #2

A CADA SEIS BENEFICIÁRIOS DOS PLANOS DE SAÚDE, UM É OBESO E MAIS DA METADE APRESENTA SOBREPESO

Esse e diversos outros dados relacionados ao perfil dos beneficiários dos planos de saúde acabaram de ser divulgados em um estudo publicado pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) tem a missão de desvendar o perfil de saúde dos indivíduos, identificando fatores de risco e consequente propensão ao desenvolvimento de Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), causas-morte de 72,6% dos óbitos de 2014 no Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No mundo inteiro, 70% de todas as 38 milhões de mortes ocorridas, nesse mesmo ano, foram causadas pelas DCNT.

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Apesar de alarmantes, principalmente quanto ao percentual de beneficiários acima do peso ou já considerados obesos (a partir do IMC calculado com as informações autodeclaradas de peso e altura), os dados levantados na pesquisa trazem algumas boas notícias, especialmente quanto ao tabagismo, ao nível de atividade física regular e ao consumo de frutas e hortaliças.  Confira o perfil do beneficiário dos planos de saúde no Brasil:

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Usado como balizador para incentivar o desenvolvimento de programas de prevenção adequados aos perfis dos beneficiários, auxiliando, inclusive, na expansão de políticas regulatórias que sejam capazes de gerar investimentos na área de promoção à saúde, o VIGITEL funciona como um termômetro para todos os players do segmento. Desde operadoras/seguradoras, que podem refinar suas estratégias de prevenção e o consequente uso racional de recursos, passando pelas empresas, maiores responsáveis pela manutenção dos beneficiários no sistema de saúde suplementar, e que têm a possibilidade de otimizar os investimentos em saúde de maneira mais assertiva, até chegar às consultorias de gestão de benefícios, que podem orientar suas lentes na direção correta.

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Especialistas são categóricos ao afirmar que não só estamos diante de um momento em que há a necessidade de investir em novos e eficientes programas de prevenção e promoção à saúde, como também precisamos de elementos que motivem e engajem os beneficiários na direção da mudança real de hábitos, que os direcionem para uma mudança cultural efetiva, e que traga resultados no médio e longo prazos. Mas para que isso aconteça, é preciso que todos os elos dessa cadeia trabalhem em sinergia, visando o mesmo objetivo.

Estudos demonstram que o caminho do investimento em modelos que privilegiem a prevenção e promoção traz resultados efetivos, reduzindo entre 10% e 20% os custos assistenciais, além de ser capaz de gerar qualidade de vida aos participantes dos programas, produtividade e diversos outros benefícios indiretos.

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Quer saber tudo sobre a variação dos custos médico-hospitalares? Acesse: www.vcmh.com.br.

Fontes:

Folha de S. Paulo – http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/02/1860549-obesidade-avanca-e-atinge-um-a-cada-seis-clientes-dos-planos-de-saude.shtml
Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS – http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/consumidor/3750-estudo-avalia-beneficiarios-de-planos-de-saude
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade – ABESO – http://www.abeso.org.br/