A regulamentação da telemedicina no Brasil

A partir de maio, médicos brasileiros poderão realizar consultas, diagnósticos e até cirurgias à distância. É o que estabelece, a resolução 2.227/2018, do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicada no dia 3 de fevereiro desse ano. Com isso, um passo importante foi dado em direção à regulamentação da telemedicina no Brasil e, sem dúvidas, a evolução da tecnologia é o grande protagonista desse avanço.

Entre os benefícios destaca-se a redução de custos e a ampliação do acesso à saúde. Experiências bem-sucedidas de orientação à distância, no Hospital Albert Einstein, evitaram 83% das idas desnecessárias ao pronto-socorro, com 96% de aprovação. E quando se leva em conta as dimensões gigantescas do Brasil, onde a assistência à saúde em áreas remotas e rurais é deficiente e/ou ineficaz, percebe-se o potencial da telemedicina como alternativa para o atendimento. A redução de deslocamentos de pacientes proporciona economia de recursos no curto prazo e possibilita a educação à distância de profissionais de saúde.

No entanto, a telemedicina exige infraestrutura local e acesso à internet. A baixa cobertura de internet em certas áreas do interior aliada à precariedade dos serviços de saúde no país, em que faltam profissionais, recursos, equipamentos e instalações adequadas são empecilhos para a ampliação da prática. É preciso que o governo tenha participação ativa nesse processo, com a implementação de políticas públicas que facilitem a expansão da telemedicina.

Por outro lado, o mercado de saúde corporativo já enxergou o potencial da telemedicina e aposta nela. A maioria dos empregadores nos EUA está ofertando a cobertura de serviços de telemedicina e habilitando que seus colaboradores se conectem com um médico por telefone usando voz e também vídeo. No Brasil, o Grupo Case já oferece em seu portfólio soluções remotas e serviços médicos especializados. Beneficiários e seus dependentes têm acesso à orientação médica, programas de saúde voltados para crônicos e gestantes e segunda opinião médica à distância, 24h por dia 7 dias na semana.

A solução, que já foi implementada em alguns dos maiores clientes da consultoria, atingindo cerca de 100 mil vidas, vem se provando como uma ferramenta poderosa de contenção de custos desnecessários, engajamento e mudança de comportamento com foco na coordenação do cuidado e prevenção. “Tudo isso potencializa-se ainda mais quando integramos diferentes fontes de dados em prol da personalização da linha de atenção que aquele indivíduo irá receber. Quando plugarmos a plataforma de telemedicina a essa estrutura, os resultados serão exponenciais”, complementa Rafael Motta, CEO do Grupo Case.

A solução completa está centrada na experiência do usuário e na inteligência advinda de alta tecnologia aplicada, que permite gerar economicidade às empresas ao mesmo tempo que proporciona um direcionamento eficaz da coordenação do cuidado. Ferramentas de business intelligence são grandes aliadas na gestão da saúde, uma vez que são capazes de realizar análises preditivas, que identificam oportunidades nas quais é possível ter redução de custos e assertividade nas ações.

O Grupo Case investe em soluções inovadoras, multiplataforma e, em breve, terá novidades para anunciar. Aguarde!