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Medida certa para obesidade

Medida certa para obesidade

A rotina intensa na vida dos brasileiros mudou radicalmente seus hábitos alimentares. Com pouco tempo para comer, nós trocamos o feijão com arroz – considerado uma combinação perfeição e equilibrada do ponto de vista nutricional – por comida processada e/ou fast-food; opções rápidas e, quase sempre, mais calóricas. O resultado desse consumo exagerado de alimentos pouco saudáveis e menos balanceados foi o crescimento da obesidade e sobrepeso no Brasil.

Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos 10 anos, o número de brasileiros obesos aumentou 60%, e aqueles que possuem excesso de peso subiu de 42,6% para 53,8%, o que certamente colaborou para o crescimento de algumas doenças associadas, como a diabetes e a hipertensão.

Alguns especialistas atribuem o aumento da obesidade para além de causas genéticas e hormonais, correlacionando-a a fatores econômicos e culturais, na medida em que o período de crescimento dos números coincide com os anos de estabilidade econômica e consequente aumento do poder de compra dos brasileiros. Diante desse contexto preocupante, o Brasil foi um dos primeiros países a assumir o compromisso em deter o aumento de peso, adotando algumas metas de redução até 2019.

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Você usa a comida como recompensa?

Nada como um doce ou uma fritura para acalmar os ânimos, certo!? Errado! Comida não deve ser vista como recompensa, ainda mais se esses alimentos possuírem três ingredientes básicos: açúcar, sal e gordura. Esses três vilões da alimentação são apontados pelos médicos como as principais causas da epidemia global da obesidade, pois contribuem também para desenvolvimento da compulsão alimentar, uma vez que estimulam os neurônios e ajudam a liberar dopamina, um neurotransmissor que faz com que tenhamos ainda mais vontade de comer.

Pensando nesse contexto e na necessidade de promover ações imediatas, o Ministério da Saúde, em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), conseguiu reduzir, nos últimos quatro anos, mais de 14 mil toneladas de sódio – um dos componentes do sal – dos alimentos que são produzidos no país. E em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou um plano de ação com recomendações para a redução do consumo de sal, açúcar e gordura nos alimentos processados e ultra processados. Quer saber quais são? Confira abaixo e veja se o seu consumo diário está na medida certa:

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Fonte: 

BBC Brasil – http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39625621
Nações Unidas – https://nacoesunidas.org/oms-define-novos-parametros-para-alimentos-processados-que-tem-acucar-sal-ou-gordura-em-excesso/
Isto é – http://istoe.com.br/121788_MA+ALIMENTACAO+PODE+CAUSAR+DEPRESSAO+DIZ+ESTUDO/
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – http://www.sbcbm.org.br/wordpress/numero-de-cirurgias-bariatricas-no-brasil-cresce-75-em-2016/
Portal da Saúde – http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/27804-em-evento-internacional-brasil-assume-metas-para-frear-o-crescimento-da-obesidade%20
Portal Brasil – http://www.brasil.gov.br/saude/2016/06/acordo-retira-14-mil-toneladas-de-sodio-de-alimentos