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Autoempatia

Autoempatia

Nossa construção enquanto indivíduos é baseada em crenças e visões particulares. No geral, somos muito pouco incentivados a olhar de forma consciente para o que sentimos. A consequência disso é a não compreensão de nossas necessidades, o que gera ações automáticas e pouco alinhadas ao que realmente precisamos.

Quando ampliamos a visão e refletimos sobre as relações de nossas vidas, percebemos que, para estabelecermos conexões reais, respeitosas e atenciosas, precisamos seguir a mesma trilha: sentimento > necessidade > ação.

Acontece que, se não conseguimos agir considerando os nossos próprios sentimentos e reais necessidades, aquilo que está dentro de cada um de nós, como conseguiremos respeitar e considerar os sentimentos e necessidades do outro, estando “de fora”? Por isso a importância de, antes de mais nada, olhar pra si, se autoconhecer e fazer desse processo o ponto de partida.

Habilidade que conecta!

Quando exercitamos a autoempatia, ela se reflete em nossas relações com as outras pessoas – afinal, temos uma compreensão muito mais clara sobre aquilo que sentimos e nossas necessidades, agindo de maneira mais coerente conosco e com o próximo.

A empatia é, portanto, um comportamento, que, quanto mais praticado, mais desenvolvido se torna, resultando em conexões genuínas, reais.

Mas eis a questão: Você sabe o que realmente é empatia?

O termo é comumente utilizado em nosso dia a dia, mas ele foi, de certa forma, banalizado. Agir empaticamente significa, sim, “se colocar no lugar do outro” como comumente descrito, mas sem aplicar as lentes da nossa própria realidade.

Ou seja, praticar a empatia é sair da própria bolha e entender que existem perspectivas diferentes sem julgá-las a partir de nosso universo particular e subjetivo. Essa é a fórmula para estabelecermos vínculos verdadeiros, sem impor nossa própria maneira de ser, pensar e sentir.

Cuidado com as armadilhas!

Ser empático vai muito além do que estar à disposição para compreender as pessoas com as quais temos forte afinidade. Isso se chama simpatia, na verdade.

Você consegue agir empaticamente com pessoas cujas opiniões e posições são diferentes das suas? Se não, volte algumas casas. O comportamento empático deve ampliar nossas fronteiras, fortalecer nossas conexões e nos aproximar de nossa humanidade.

Então, como saber se estamos realmente sendo empáticos?

Praticar a empatia é como praticar um exercício físico. Requer constância, treinamento, atenção. Às vezes pode ser incômodo – principalmente no início, quando nosso corpo ainda precisa se habituar -, mas, mesmo assim, devemos seguir nos dedicando. Tudo começa e depende de nós mesmos.

Agora, pare, avalie e responda:

  1. Você compreende que cada pessoa é única e é capaz de respeitar as diferenças?

  2. Você se propõe a realmente ouvir e observar o outro, deixando de lado uma posição egocêntrica?

  3. Você compreende que o mundo vai além daquilo que você julga como correto?

Se sim, parabéns! Pensar dessa maneira torna mais provável que você tenha uma postura empática nas diversas situações com as quais precisa lidar no dia a dia. Continue por esse caminho. Caso você tenha respondido não para uma ou mais perguntas, mais atenção: dedique-se ao treinamento dessa habilidade.

Independentemente de seu resultado, lembre-se de que a empatia é uma competência que pode e deve ser desenvolvida constantemente. Para ajudar nesse processo, trouxemos algumas dicas práticas no e-book ENCORAJE-SE | +Conexão -Perfeição.

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