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#FakeFood: parece comida, mas não é

#FakeFood: parece comida, mas não é

Os alimentos ultraprocessados são “fórmulas industriais” compostas, basicamente, por ingredientes de baixo custo (como sal, açúcar e gorduras) somados a aditivos alimentares (como corantes, conservantes, adoçantes e aromatizantes, por exemplo).

Embora o conceito que define os ultraprocessados seja recente – surgiu há cerca de uma década -, esses alimentos já se fazem presentes há algum tempo na rotina das pessoas. Alguns fatores favoreceram para que isso acontecesse, como a expansão e o desenvolvimento da indústria alimentícia e a busca cada vez maior pela praticidade na vida diária.

A questão é que ao mesmo tempo em que eles facilitam nosso cotidiano, eles podem também contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas, como a obesidade, a hipertensão e o diabetes, que surgem a partir de um estilo de vida pouco saudável.

Mas você sabe exatamente como aplicar essas ideias na hora de escolher o que come?
Conforme o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os alimentos são categorizados de 4 formas: in natura ou minimamente processados, ingredientes culinários, alimentos processados e alimentos ultraprocessados.

O consumo de produtos ultrapocessados já é tão naturalizado que, às vezes, se torna um desafio identificá-los. Mas aqui vão algumas dicas:

Fontes:
Ministério da Saúde | HBO | Portal Pleno News | Portal G1 | Portal eCycle | Revista Galileu