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Você conhece a comida que come?

Você conhece a comida que come?

Ficar em casa. Essa foi a principal orientação em meio à pandemia de coronavírus. O impacto dessa mudança repentina foi grande, interferindo em diversos hábitos de nossas vidas, ainda que não tenhamos nos dado conta. Você já parou para pensar em como tem se alimentado nesse período, por exemplo?

Encorajadas a evitar ambientes com aglomeração de pessoas (que é o correto a se fazer), no momento de comprar seus alimentos, muitas pessoas têm optado pelos industrializados, especialmente os chamados ultraprocessados, que demoram mais a perecer e, portanto, podem ser guardados por períodos mais longos, diminuindo a necessidade de retornar às ruas mais cedo.

Acontece que esse tipo de escolha favorece o consumo de alimentos pouco nutritivos e mais calóricos, contribuindo para o aparecimento de problemas de saúde que já são velhos conhecidos e que podem agravar a infecção por Covid-19, como a obesidade e o sobrepeso, problemas que, no Brasil, têm aumentado em todas as faixas etárias, além de outras doenças crônicas, como as do coração, diabetes e câncer.

Ou seja, as boas escolhas alimentares são importantes aliadas, tanto para a proteção contra o coronavírus, devido ao fortalecimento da imunidade, como para evitar a complicação do quadro, em caso de contaminação. Mas para realizá-las, é importante conhecer a comida que se consome. Conforme o Guia alimentar para a população brasileira, do Ministério da Saúde, os alimentos são categorizados de 4 formas:

Enquanto o consumo dos alimentos que estão mais a esquerda da escala contribui para o fortalecimento da imunidade do indivíduo e a prevenção de doenças crônicas – que agravam os sintomas de Covid-19 -, o consumo daqueles que estão mais à direita significa assumir os riscos de uma alimentação pouco saudável.

Então, como planejar uma alimentação saudável de forma segura em meio à pandemia?
Organização é o segredo. Mais que nunca, a nova realidade pede atenção e cuidado com a escolha, o armazenamento e a preparação dos alimentos.

Priorize na alimentação os in natura ou minimamente processados, além de usar pouca quantidade de sal, óleo e outras gorduras ou açúcar ao preparar a comida. Outro ponto importantíssimo é planejar o cardápio da semana. Isso exclui a necessidade de pensar no que cozinhar quando bater a fome, diminuindo as chances de recorrer aos convenientes ultraprocessados.

Quer saber mais? Confira o Guia Completo de Planejamento Alimentar, com dicas importantes para que você conheça a sua comida. Basta clicar aqui para fazer o download.

Fontes:
Ministério da Saúde | Fiocruz | Associação Brasileira para o Estado da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) | BBC Brasil | O Globo | Huffpost